Violência. Atos bárbaros comedidos. Pais assassinados por uma filha. Um casal de namorados mortos. Uma empregada doméstica espancada por jovens estudantes de Direito. Uma mulher atirada aos cachorros. Inúmeros são os exemplos de jovens agressores que, apesar de terem dinheiro, casa e família, são desprovidos de valores morais e de humanidade, são inconseqüentes e, acima de tudo, irresponsáveis. Agem como bichos, estão longe de serem seres sociais.
O que os move? Talvez sejam resultado de uma sociedade que banaliza a amizade, a solidariedade e o amor ao próximo e cultua a ambição, o dinheiro e o consumo; talvez a culpa deva recair sobre os pais que não souberam educar, não souberam corrigir e dizer o não na hora adequada; talvez sejam seres produzidos pelo mundo do álcool, da maconha, da cocaína, do crack ou do hecstasy; talvez pese a falta de aplicação da lei e a inexistência de uma punição realmente severa, que contemple casos tão brutais como os cometidos. O fato é que se perpetua o número de jovens criminosos, que parecem não estar satisfeitos com o conforto proporcionado pelos bens materiais e almejam mais: destruir vidas humanas. Podiam estar estudando, aprimorando-se como profissionais e servindo à sociedade. Infelizmente, partem para um lado obscuro e, sem piedade, roubam, matam e esquartejam.
Crimes hediondos cometidos por jovens da classe média e alta vêm se tornando comuns. A explicação é complexa. São resultado da falta de controles dos pais e da sociedade. A solução para eles: uma investida de valores, a imposição de limites e, sobretudo, a tomada de consciência de que não são animais.
Reflexões
sábado, 10 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Redação PAES UNIMONTES 2008
A sociedade moderna é caracterizada pelo individualismo e pelo isolamento das pessoas. Comovemos diante de uma situação quando, de fato, somos prejudicados e os problemas alheios pouco nos afetam. Todavia, somos todos responsáveis por tudo aquilo que machuca o couro dos outros.
Essa é uma realidade tão evidente que perpassa todos os níveis das relações humanas, dos problemas ambientais ligados à agressão da natureza aos atos de violência cometidos devido ao consumo de drogas. Isso acontece porque fazemos parte de um organismo que é a sociedade, de tal forma que um ato pouco pensado de um reflete em todos. Exemplos não faltam: problemas de enchentes, tão comuns nas grandes cidades, nada mais são que resultado da poluição diária das ruas das grandes metrópoles; em países democráticos, como cabe aos cidadãos eleger os governantes, todos são responsáveis pelas políticas públicas adotadas, que tendem a beneficiar uns e desagradas a outros; igualmente, o caos social que impera em muitas localidades do país ( dos assaltos às mortes bárbaras) são resultado da falta de compromisso de cada pessoa em fazer exigências de ação mais eficaz das autoridades públicas no combate ao crime organizado.
A solidariedade é essencial no mundo moderno. Ela se ausenta das relações cotidianas entre as pessoas. Sua falta faz com que a desavença, a vingança e os problemas de ordem política e social se tornem uma constante.
Essa é uma realidade tão evidente que perpassa todos os níveis das relações humanas, dos problemas ambientais ligados à agressão da natureza aos atos de violência cometidos devido ao consumo de drogas. Isso acontece porque fazemos parte de um organismo que é a sociedade, de tal forma que um ato pouco pensado de um reflete em todos. Exemplos não faltam: problemas de enchentes, tão comuns nas grandes cidades, nada mais são que resultado da poluição diária das ruas das grandes metrópoles; em países democráticos, como cabe aos cidadãos eleger os governantes, todos são responsáveis pelas políticas públicas adotadas, que tendem a beneficiar uns e desagradas a outros; igualmente, o caos social que impera em muitas localidades do país ( dos assaltos às mortes bárbaras) são resultado da falta de compromisso de cada pessoa em fazer exigências de ação mais eficaz das autoridades públicas no combate ao crime organizado.
A solidariedade é essencial no mundo moderno. Ela se ausenta das relações cotidianas entre as pessoas. Sua falta faz com que a desavença, a vingança e os problemas de ordem política e social se tornem uma constante.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Carta a um petista
Dileto e antiquíssimo petista Fraterno,
Entristece-me teus posicionamentos políticos. Pensar que o cidadão que tu és - futuro líder do amanhã ( quem sabe, promotor ou juiz?), guia da sociedade e possível homem público - deixa sucumbir aos ditames da organização esquerdista é, no mínimo, estarrecedor. Esperava uma postura mais combativa e mais realista da pessoa que tu respresentas. Sempre te tive como personalidade firme, porém teus pareceres revelam não só ingenuidade como também deleite em criticar e não aceitar posturas alheias.
Ficaria feliz se tu revisses os conceitos que tens a respeito de Marx. O pensador alemão não preconizava a ditadura do proletariado como o "ápice da evolução". Tal forma de governo representaria, para ele, um caminho a ser trilhado rumo ao comunismo e não uma verdadeira ausência de governo. A sociedade comunista, sim, estaria livre de quaisquer formas de autoridade e leis instituídas.
Admiro-me e admiro-me que tu não conhecias minha postura acerca do governo Lula. Prova disso é que não votei no presidente nas últimas eleições. Lamento muito que tu acreditas que não sou livre pensante. Minhas ideias não foram construídas por influência de meu querido cônjuge. Os fatos estão aí e não é necessário muito esforço para verificar que o PT é um congregado de malandros e corruptos e não escapa desse grupo o homem que tanto tu contemplas. Sou grande leitora e assito a inúmeros jornais. Tenho, por conseguinte, conhecimentos sólidos e estruturados sobre política a ponto de ser capaz de construir minhas próprias ideias.
Não vejo nenhum ecletismo em tua pessoa. Tu pareces, sim, influenciado ( e muito ) por um discurso vazio, que devia ter morrido em 1989, quando a URSS e o Leste Europeu foram varridos por ventos de liberdade. O socialismo resultou em fracasso. Logo, o governo Lula - que não mede esforços em cultuar essa ideologia - representa o mesmo.
Os EUA não vão invadir o Irã, simplesmente porque invadiu o Afeganistão e o Iraque e não deu certo. A guerra é sempre dispendiosa e os EUA não estão sabendo como sair dos países invadidos. Está comprovado, caso se faça uma análise mais profunda, que o objetivo de Mahmoud Ahmadinejad é produzir bomba atômica para destruir Israel ( o que é óbvio em um país que "nada" no petróleo e não precisa de energia nuclear) e uma intervenção dos EUA seria, em certo ponto, benéfica, na medida em que afastaria o mal que representa para o mundo todo e , em especial, para os israelenses, um confronto de tal tipo. Assim, Lula e o líder da Turquia saíram frustrados na malograda tentativa de se exporem como verdadeiros guardiões da paz. Quero que saibas o quanto Lula não tem objetivos práticos. Viajou para a África para contemplar a derrota do Brasil no campeonato mundial. Hoje está na Guiné Equatorial, país cujo presidente se perpetua por mais de trinta anos no poder. Quanta afeição nosso querido Lulinha tem por governos autoritários! Bom que ele não reproduza essa tendência na personagem de Dilma - aliás, muito arrogante e desprovida de carisma, essencial a uma boa personalide pública.
Em suma, meu Fraterno, gostaria que revejas tuas ideias. Será que é este mesmo o Brasil que tu queres: um país onde muitos estudam, mas poucos detêm conhecimento; um país em que a pesquisa não é valorizada, em que os bons não são recompensados, em que o mérito é deixado de lado?
Para finalizar, agredeço os elogios quanto a minha retórica. Afinal, somos de uma geração em que a escola era para poucos, todavia de qualidade. Não te lembras dos nossos esforços num país onde não havia Bolsas? Abraços,
Entristece-me teus posicionamentos políticos. Pensar que o cidadão que tu és - futuro líder do amanhã ( quem sabe, promotor ou juiz?), guia da sociedade e possível homem público - deixa sucumbir aos ditames da organização esquerdista é, no mínimo, estarrecedor. Esperava uma postura mais combativa e mais realista da pessoa que tu respresentas. Sempre te tive como personalidade firme, porém teus pareceres revelam não só ingenuidade como também deleite em criticar e não aceitar posturas alheias.
Ficaria feliz se tu revisses os conceitos que tens a respeito de Marx. O pensador alemão não preconizava a ditadura do proletariado como o "ápice da evolução". Tal forma de governo representaria, para ele, um caminho a ser trilhado rumo ao comunismo e não uma verdadeira ausência de governo. A sociedade comunista, sim, estaria livre de quaisquer formas de autoridade e leis instituídas.
Admiro-me e admiro-me que tu não conhecias minha postura acerca do governo Lula. Prova disso é que não votei no presidente nas últimas eleições. Lamento muito que tu acreditas que não sou livre pensante. Minhas ideias não foram construídas por influência de meu querido cônjuge. Os fatos estão aí e não é necessário muito esforço para verificar que o PT é um congregado de malandros e corruptos e não escapa desse grupo o homem que tanto tu contemplas. Sou grande leitora e assito a inúmeros jornais. Tenho, por conseguinte, conhecimentos sólidos e estruturados sobre política a ponto de ser capaz de construir minhas próprias ideias.
Não vejo nenhum ecletismo em tua pessoa. Tu pareces, sim, influenciado ( e muito ) por um discurso vazio, que devia ter morrido em 1989, quando a URSS e o Leste Europeu foram varridos por ventos de liberdade. O socialismo resultou em fracasso. Logo, o governo Lula - que não mede esforços em cultuar essa ideologia - representa o mesmo.
Os EUA não vão invadir o Irã, simplesmente porque invadiu o Afeganistão e o Iraque e não deu certo. A guerra é sempre dispendiosa e os EUA não estão sabendo como sair dos países invadidos. Está comprovado, caso se faça uma análise mais profunda, que o objetivo de Mahmoud Ahmadinejad é produzir bomba atômica para destruir Israel ( o que é óbvio em um país que "nada" no petróleo e não precisa de energia nuclear) e uma intervenção dos EUA seria, em certo ponto, benéfica, na medida em que afastaria o mal que representa para o mundo todo e , em especial, para os israelenses, um confronto de tal tipo. Assim, Lula e o líder da Turquia saíram frustrados na malograda tentativa de se exporem como verdadeiros guardiões da paz. Quero que saibas o quanto Lula não tem objetivos práticos. Viajou para a África para contemplar a derrota do Brasil no campeonato mundial. Hoje está na Guiné Equatorial, país cujo presidente se perpetua por mais de trinta anos no poder. Quanta afeição nosso querido Lulinha tem por governos autoritários! Bom que ele não reproduza essa tendência na personagem de Dilma - aliás, muito arrogante e desprovida de carisma, essencial a uma boa personalide pública.
Em suma, meu Fraterno, gostaria que revejas tuas ideias. Será que é este mesmo o Brasil que tu queres: um país onde muitos estudam, mas poucos detêm conhecimento; um país em que a pesquisa não é valorizada, em que os bons não são recompensados, em que o mérito é deixado de lado?
Para finalizar, agredeço os elogios quanto a minha retórica. Afinal, somos de uma geração em que a escola era para poucos, todavia de qualidade. Não te lembras dos nossos esforços num país onde não havia Bolsas? Abraços,
Redação da UFOP 2010
Carlos Pacheco,
Concordo plenamente com parecer do Senhor a respeito dos desafios que representam a descoberta das reservas de petróleo do Pré-Sal para o Brasil. Se por um lado, o país passa a ter maior peso nas decisões internacionais, com a possibilidade de concretizar seu sonho de ingressar na ONU como membro permanente do Conselho de Segurança; por outro lado, aumenta sua responsabilidade no futuro do meio ambiente – o maior líder em produção e pesquisa de bicombustíveis do mundo deve agora saber lidar com a tentação que representa deter uma das maiores reservas de combustível fóssil do planeta.
Caberá aos governos definir qual posição adotar e, com certeza, aquele que souber explorar o pré-sal de forma sustentável será politicamente mais bem sucedido. Concordo quando diz que grandes dúvidas rondam a questão no Brasil. Há sérios riscos de o país se enveredar por caminhos diferentes daqueles que vem adotando quando se trata de preservar o meio ambiente e isso é perigoso para o bem estar das gerações futuras e representa uma ameaça à integridade da natureza, já tão desgastada, desmatada e poluída.
É premente que se defina prioridades. O Pré-Sal coloca o país sob holofotes e é certo que empresas do mundo todo pressionarão para se que o Brasil extraia petróleo em grandes quantidades a fim de forçar a queda dos preços. No entanto, organizações ambientalistas exigirão controle e racionamento na exploração do recurso.
O Pré-Sal muda a geopolítica do petróleo do mundo. Ser membro da OPEP e disputar importância na tomada de decisões com potências tradicionais é, certamente, um ganho em questões econômicas e políticas. Igualmente, saber aplicar os recursos gerados é fundamental - o dinheiro conseguido com o pré-sal não deve contribuir para aprofundar as desigualdades sociais, a exemplo do que acontece com grandes produtores do Oriente Médio, como a Arábia Saudita. O impacto ambiental que terá a exploração é um risco.
Em suma, muita razão e consciência serão exigidos dos futuros líderes na exploração das imensas reservas que a natureza deu ao Brasil. A recompensa para o meio ambiente, esperamos, todos os brasileiros, não pode ser a pior.
Um internauta.
Concordo plenamente com parecer do Senhor a respeito dos desafios que representam a descoberta das reservas de petróleo do Pré-Sal para o Brasil. Se por um lado, o país passa a ter maior peso nas decisões internacionais, com a possibilidade de concretizar seu sonho de ingressar na ONU como membro permanente do Conselho de Segurança; por outro lado, aumenta sua responsabilidade no futuro do meio ambiente – o maior líder em produção e pesquisa de bicombustíveis do mundo deve agora saber lidar com a tentação que representa deter uma das maiores reservas de combustível fóssil do planeta.
Caberá aos governos definir qual posição adotar e, com certeza, aquele que souber explorar o pré-sal de forma sustentável será politicamente mais bem sucedido. Concordo quando diz que grandes dúvidas rondam a questão no Brasil. Há sérios riscos de o país se enveredar por caminhos diferentes daqueles que vem adotando quando se trata de preservar o meio ambiente e isso é perigoso para o bem estar das gerações futuras e representa uma ameaça à integridade da natureza, já tão desgastada, desmatada e poluída.
É premente que se defina prioridades. O Pré-Sal coloca o país sob holofotes e é certo que empresas do mundo todo pressionarão para se que o Brasil extraia petróleo em grandes quantidades a fim de forçar a queda dos preços. No entanto, organizações ambientalistas exigirão controle e racionamento na exploração do recurso.
O Pré-Sal muda a geopolítica do petróleo do mundo. Ser membro da OPEP e disputar importância na tomada de decisões com potências tradicionais é, certamente, um ganho em questões econômicas e políticas. Igualmente, saber aplicar os recursos gerados é fundamental - o dinheiro conseguido com o pré-sal não deve contribuir para aprofundar as desigualdades sociais, a exemplo do que acontece com grandes produtores do Oriente Médio, como a Arábia Saudita. O impacto ambiental que terá a exploração é um risco.
Em suma, muita razão e consciência serão exigidos dos futuros líderes na exploração das imensas reservas que a natureza deu ao Brasil. A recompensa para o meio ambiente, esperamos, todos os brasileiros, não pode ser a pior.
Um internauta.
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